Michael Jackson

Juninho Lobo

Escrevo tantas bobagens neste site, que não poderia deixar de escrever sobre o  maior  ídolo da minha geração. Morreu Michael Jackson.
Sempre vi meu pai falar que viveu na época dos Beatles, Elvis e Chico Buarque; coisa que no fundo me dava uma pontinha de ciúmes. Puts grila!!! Viver o momento dos Beatles deve ter sido incrível, mas hoje posso falar que vivi na era “Michael Jackson”, o maior ídolo pop do planeta de todos os tempos. Um cara que só vendeu 109 milhões de discos na obra Thriller, lançada em 1982, o disco mais vendido no mundo o qual jamais será superado.
Adoro quando escutando Billie Jean, Beat ou próprio Thriller em minha centenária casa e cupins caindo do forro, pessoas cochicham ao passar pela rua e falam das músicas antigas que sempre me fazem delirar.
O que ficou para mim desse astro que flutuava nos palcos, gênio da dança, foi a impressão de uma pessoa que viveu por aqui sem controle de seus atos, cresceu desvirtuado de tudo, nunca foi gente  que comia o que comemos, que  bebia o que bebemos e que dormia num caixão de vidro. Coitado nunca conseguiu ser ele!!! Não acredito em nada sobre as coisas de que era acusado. Era uma pessoa que tentava ser gente e que nunca conseguiu. Morreu com 50 anos, quase um menino para os dias de hoje. Foi o maior do mundo e jamais será igualado, mas sempre copiado. Quem sabe lá na sua próxima morada ele possa ser menos brilhante e mais feliz.