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Nossa história
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A localidade é relativamente nova. A Zona do Rio Doce foi mais intensamente povoada no século XIX; só de 1825 a 1827, foram concedidas 239 sesmarias na região de Rio Doce. A região onde está hoje a cidade do Rio Doce chamava-se Perobas. Alguns moradores, Teófilo de Oliveira Machado, Joaquim José Lafaiete e José Maria Inocêncio Gomes pediram autorização para erguer ali uma capela e, com informações favoráveis do vigário, Pe. José Manoel Teixeira, foi obtida a provisão com data de 18 de julho de 1884. O patrimônio da capela foi constituído por terras doadas por Antônio da Conceição Saraiva, conforme escritura de 20 de abril de 1885 (Cônego Trindade). Foi-se formando o pequeno povoado das Perobas. A 6 de setembro de 1886, a E. F. Leopoldina aí inaugurou a estação, a que deu o nome de Rio Doce. O mesmo vigário, que visitava assiduamente a capela, comunicou, então, à autoridade eclesiástica, em 1887, que o povoado passara a ter o mesmo nome da estação: Rio Doce. O povoado cresceu e, em 1890, o decreto no 122-A, de 27 de junho, aí criou o distrito de paz. Pertencia, então, ao município de Mariana. O decreto no 160, de 8 de agosto de 1890, transferiu o distrito do município de Mariana para o de Ponte Nova. Por provisão de 13 de outubro de 1909, foi Rio Doce elevado a curato, quando teve, como primeiro cura, o Pe. Raimundo Otávio da Trindade. Foi o curato elevado a freguesia por provisão de 27 de fevereiro de 1920, e instalada a 25 de abril do mesmo ano. O município do Rio Doce, que fica na zona da Mata, foi criado pela lei no 2.764, de 30 dezembro de 1962, desmembrado do de Ponte Nova. Tem apenas o distrito da cidade. Curiosidades " Uma das primeiras casas de Rio Doce foi a residência onde morava o coronel Luiz Torres , que veio para a futura cidade após vender sua fazenda no Jaracatiá. Sua casa localizava-se na atual Rua Coronel Bessa número 137 e 139 , local onde residem atualmente Carmem Neide e Chico Japão respectivamente . Outras matérias históricas: |
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